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Conheça países onde o real vale mais do que a moeda local

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O real desvalorizado está fazendo com que muita gente nem sonhe em realizar uma viagem ao exterior em breve. Mas, mesmo neste cenário desanimador, ainda existem países onde o turista brasileiro possui bom poder de compra. São destinos que também têm moedas desvalorizadas em relação ao dólar e nos quais o viajante verde e amarelo não precisa entrar em falência para se divertir bastante.

As passagens aéreas para chegar até estes locais, cujos preços são muito atrelados à moeda norte-americana, ainda constituirão um fator que irá pesar no bolso do turista. Mas, depois do desembarque, será possível curtir as férias de maneira bastante econômica Abaixo, veja sete países que podem ser bem baratos para o turista do Brasil (todos os valores citados na matéria estão sujeitos a alterações).

Argentina - De acordo com Fernando D Jiovanni, proprietário da consultoria de viagens Emporium Travel, a Argentina é um lugar que, atualmente, oferece preços bem acessíveis para o turista brasileiro (atualmente, R$ 1 está valendo mais de 9 pesos argentinos. No início do ano, a moeda brasileira valia menos de 6 pesos).

“A situação econômica na Argentina está complicada, o que tem desvalorizado muito a moeda deles”, avalia o consultor. “Hoje, pode ser mais barato se alimentar e passear em Buenos Aires do que em São Paulo”.

O bilhete de uma viagem no metrô na cidade portenha, por exemplo, custa atualmente 12,50 pesos (cerca de R$ 1,30).

Uma boa refeição em um restaurante simples de Buenos Aires, por sua vez, chega a sair por menos de 250 pesos (aproximadamente R$ 26). E há hotéis por lá com diárias a menos de 700 pesos (cerca de R$ 75).

E vale lembrar: Buenos Aires é uma cidade perfeita para ser explorada a pé, o que ajuda o turista a economizar com gastos de transporte.

Egito - Fundador da consultoria turística Múltiplas Soluções, Marcos Alves indica o Egito como destino em conta para o turista brasileiro (R$ 1 vale atualmente 4,75 libras egípcias).

“É um lugar com hotéis e passeios muito baratos”, diz ele. “E, lá, dificilmente o viajante irá pagar muito caro para entrar em alguma atração”.

O ingresso para visitar o sítio arqueológico das Pirâmides de Gizé, por exemplo, custa 120 libras egípcias (cerca de R$ 25). Já para dormir, é possível achar hotéis, na cidade do Cairo, com diárias custando, para duas pessoas, menos de 350 libras (aproximadamente R$ 70).

E a alimentação também pode ser extremamente acessível por lá: uma refeição bem servida na capital egípcia chega a custar menos de 100 libras (aproximadamente R$ 21). Uma corrida de táxi de 20 minutos, por sua vez (cujo preço deve ser combinado com antecedência), pode sair por menos de 30 libras (R$ 6,30).

Turquia - Para Fernando D Jiovanni, a Turquia é outro destino que pode ser acessível para os turistas brasileiros (R$ 1 vale 1,57 lira turca, moeda que tem sofrido grandes desvalorizações nos últimos tempos).

“Istambul, por exemplo, é uma cidade enorme, que oferece muitas opções de hospedagem e alimentação em conta para os viajantes”, afirma ele. “Lá, há muita comida de rua barata e de qualidade, e as entradas em museus também são acessíveis”.

Uma diária em um bom hotel de Istambul chega a custar, para duas pessoas, menos de 190 liras (cerca de R$ 120). Já um sanduíche de doner kebab sai por menos de 15 liras (menos de R$ 10).

Fernando também diz que pacotes turísticos para explorar o território turco têm ótimo custo-benefício. “É possível contratar um tour de oito dias pela Turquia, que passe por destinos como Capadócia, Ismir e Pamukkale, por cerca de US$ 650 dólares por pessoa (aproximadamente R$ 2.450), incluindo guia, alimentação e hospedagem [a passagem aérea, porém, não está inclusa neste preço]“, diz ele.

Tailândia - Passagens aéreas do Brasil para a Tailândia são caras, mas, depois que o turista desembarca no país asiático, tudo fica extremamente barato (R$ 1 vale atualmente 8,65 baht). “É um destino onde é possível gastar muito pouco”, indica Fernando D Jiovanni. Segundo ele, as hospedagens mais em conta serão extremamente simples, mas podem ser suficientes para quem quiser economizar.

Há hotéis bem localizados em Bangcoc, por exemplo, com diárias custando menos de 500 baht (cerca de R$ 60). Já um hotel no turístico balneário de Phuket chega a custar menos de 700 baht (R$ 80).

Uma boa refeição na capital tailandesa, por sua vez, pode sair por cerca de 150 baht (pouco mais de R$ 17). E há passagens de ônibus entre Bagkok e Chiang Mai (outra turística cidade tailandesa, a 10 horas de distância) por 556 baht (R$ 64).

Índia - “A Índia é um lugar muito barato. Lá, R$ 1 real vale mais de 19 rúpias”, indica Marcos Alves, da consultoria turística Múltiplas Soluções. “Alimentação, passeio e transporte são muito em conta no país”.

Para se ter uma ideia, há hotéis simples na cidade de Nova Delhi com diárias custando menos de 650 rúpias (cerca de R$ 35). Já uma passagem de trem entre Nova Delhi e Varanasi (em uma viagem que dura mais de 12 horas) chega a sair por 1.600 rúpias (R$ 82).

E uma boa refeição em uma grande cidade indiana pode ser encontrada por menos de 300 rúpias (R$ 15). Marcos, entretanto, recomenda que o turista preste atenção na limpeza dos restaurantes que for frequentar. Segundo ele, é muito fácil pegar uma intoxicação alimentar na Índia.

Bolívia - Vizinha do Brasil, a Bolívia é um dos países mais baratos da América Latina (e extremamente acessível aos turistas brasileiros). Hoje, R$ 1 vale 1,82 boliviano.

O turista, por exemplo, pode se locomover entre algumas das principais áreas de La Paz usando o fantástico teleférico inaugurado recentemente pelo governo boliviano. Uma passagem custa 3 bolivianos (cerca de R$ 1,65).

Já uma noite em um bom hotel de Sucre, a mais linda cidade da Bolívia, sai por cerca de R$ 150 para duas pessoas. E dá para comer muito bem em La Paz, Sucre ou Cochabamba gastando menos de 50 bolivianos (menos de R$ 30) por cada refeição.

México - O México é outro país latino-americano com muitas opções econômicas para o turista brasileiro (hoje, R$ 1 vale cerca de 5 pesos mexicanos). Sua capital, por exemplo, é uma metrópole com inúmeros atrativos baratos para o viajante.

Na Cidade do México, há hotéis simples (mas bem localizados) com diárias a 220 pesos (R$ 43) para duas pessoas.

Se o espírito for de mochileiro e a intenção for ficar em um hostel, o preço é ainda mais em conta: há camas em quartos compartilhados por 150 pesos (menos de R$ 30).

A deliciosa comida do país de Pancho Villa também não irá pesar no bolso: uma refeição de tacos pode ser encontrada na Cidade do México por menos de 50 pesos (cerca de R$ 10). E a passagem do metrô para se locomover na metrópole custa apenas 5 pesos (R$ 1).

 

Fonte: UOL Viagem

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